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As mais lidas da semana

  • há 22 horas
  • 3 min de leitura

Inteligência artificial, fluxo de trabalho, posicionamento, futuro profissional e novas experiências com a fotografia estiveram entre os temas que mais chamaram atenção


A inteligência artificial atravessa boa parte das matérias mais lidas da semana, mas aparece em contextos muito diferentes. Ela está na seleção de fotografias, na automação da rotina, na substituição de uma grande produção publicitária e até em uma moldura capaz de dar movimento a imagens antigas.


A lista também revela interesse por questões que não se resolvem apenas com ferramentas. De onde vêm os clientes? O que passa a diferenciar o fotógrafo quando a imagem tecnicamente perfeita se torna comum? Como recuperar tempo, comunicar valor e ocupar novos espaços profissionais?


Confira as dez matérias mais acessadas:


1. A seleção de fotos com IA pode ganhar espaço entre fotógrafos brasileiros?

Comecei a testar o Narrative, ferramenta desenvolvida na Nova Zelândia para acelerar a triagem de grandes volumes de imagens. A avaliação observará velocidade, organização, critérios de seleção, necessidade de intervenção humana e adaptação ao cotidiano dos fotógrafos brasileiros.


2. Você sabe de onde vêm seus clientes ou apenas acredita que sabe?

Fotógrafos acompanham alcance, seguidores e visualizações, mas nem sempre registram quais canais realmente geram contatos, propostas e vendas. A matéria mostra por que o marketing que ocupa mais tempo não é necessariamente aquele que traz os melhores resultados.


3. O mercado cansou da imagem perfeita. Seu posicionamento percebeu?

A facilidade para produzir imagens tecnicamente corretas amplia o interesse por presença, autoria, experiência e linguagens menos controladas. O texto analisa cinco tendências e discute o que acontece quando o trabalho do fotógrafo evolui, mas sua comunicação continua presa a outra fase.


4. Fotto 3.0 quer devolver tempo ao fotógrafo

A nova fase da plataforma reúne 11 recursos ligados a edição, upload, proteção, vendas, relacionamento com compradores e contratação de profissionais. A Fotto estima que as integrações possam economizar até 40 horas mensais de trabalho operacional.


5. Da fotografia analógica à inteligência artificial no Sesc Pinheiros

Uma programação especial em agosto reúne história da fotografia, inteligência artificial, mercado, experimentação e fotografia de cena. Participarei de uma mesa sobre o futuro da fotografia e da segunda parte de uma oficina dedicada às transformações técnicas e culturais da imagem.



6. IA na fotografia: workshop presencial em São Paulo

O encontro do dia 8 de agosto, no Foto Cine Clube Bandeirante, discutirá aplicações da IA na criação visual, na comunicação e no negócio fotográfico. A proposta é trabalhar possibilidades práticas sem reduzir o fotógrafo a um operador de ferramentas ou enfraquecer sua identidade.


7. Fotograf.IA Essencial: direção para um mercado em transformação

A entrada de seis meses na Fotograf.IA+C.E.Foto reúne plataforma, encontros estratégicos e conteúdos sobre inteligência artificial, negócios, inovação, posicionamento, oferta e comportamento do mercado. A proposta parte de uma questão central: acumular informação já não basta quando o desafio é decidir o que fazer com ela.


8. Uma produção de US$ 259 mil foi substituída por IA

O caso mostra que fotógrafos já não disputam projetos apenas com outros profissionais. Clientes começam a comparar sistemas completos de produção, considerando custo, prazo, equipe, flexibilidade, versões possíveis e direitos sobre as imagens.


9. O que estou lendo: câmeras, festivais e riscos das fotos escolares

A seleção reúne rumores sobre a Fujifilm X-T6, a aproximação entre Honor e ARRI, festivais brasileiros, fotografia de natureza, território e um debate crescente sobre o uso de imagens de crianças em manipulações com inteligência artificial.


10. A fotografia termina no papel ou recomeça com a IA?

De um lado, a defesa de que uma fotografia só se completa quando é impressa e passa a ocupar um espaço físico. Do outro, uma moldura que usa inteligência artificial para adicionar movimento a retratos antigos. Os dois caminhos procuram responder à mesma questão: como devolver importância às imagens em um mundo saturado de arquivos?


A transformação já entrou na rotina do fotógrafo

A IA já participa da seleção, da edição, da criação, do atendimento, da comunicação e das decisões de grandes clientes. Ao mesmo tempo, o mercado volta a valorizar presença, experiência, materialidade, autoria e tudo aquilo que não pode ser reduzido a uma operação automática.


A questão deixou de ser qual ferramenta está surgindo. O desafio é compreender quais mudanças realmente importam para o seu trabalho, onde existe risco, o que pode virar oportunidade e como preservar valor profissional enquanto a produção de imagens muda.


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