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Boletim Spotlink: CEWE compra Kodak Moments e amplia a disputa pela fotografia impressa

  • há 3 dias
  • 3 min de leitura

A edição de hoje também passa pela Galeria Spotlink, IA aplicada ao palco, médio formato, câmeras antigas e ferramentas que começam a entregar peças visuais quase prontas.


O boletim de hoje começa com fotografia feita por gente e termina com uma inteligência artificial que promete entregar peças visuais praticamente prontas.


No meio desse caminho aparecem arte, equipamentos premium, memória impressa, câmeras antigas e uma questão que atravessa tudo: o valor está apenas na aparência final ou também no processo, na experiência e na escolha do fotógrafo?


CEWE compra Kodak Moments

A aquisição amplia a presença da CEWE em quiosques, impressão e produtos fotográficos. O movimento reforça que a fotografia impressa continua sendo um negócio estratégico, especialmente quando combina conveniência, varejo e memória pessoal.



Galeria Spotlink abre nova seleção de fotos autorais

A primeira edição reúne imagens de Ana Campbell, Marcos Milozi e Rinaldo Coelho. A proposta passa a ser semanal, sempre que possível, com seleção editorial, crédito e link para os fotógrafos escolhidos.


Não há tema definido nem votação. O que importa é a imagem carregar uma escolha de olhar. A próxima chamada já está aberta. Leia mais


Charly Techio cria com IA o universo visual de Mar de Poemas

Os vídeos acompanharam quase 40 minutos de dança e poesia no palco. Segundo a artista, cada minuto exigiu aproximadamente quatro horas de experimentação e produção.

O caso mostra que gerar rapidamente não significa criar rapidamente. O trabalho envolveu seleção, continuidade, ritmo, diálogo com outras linguagens e direção visual.


A IA tornará a fotografia humana mais valiosa?

Talvez, mas não apenas porque a imagem foi produzida por uma pessoa.

O que tende a ganhar valor é a presença humana que pode ser percebida no trabalho: autoria, contexto, processo, acesso, relação, experiência e significado. Apenas afirmar que uma fotografia não usou IA provavelmente não será suficiente.


Fujifilm GFX: para quem o médio formato realmente faz sentido?

Mais resolução e qualidade técnica não resolvem automaticamente um problema de negócio.

O médio formato pode fazer sentido para determinados fluxos, clientes, ampliações e posicionamentos. Fora desses contextos, também pode virar um investimento caro sem retorno proporcional.



Hasselblad anuncia Phocus para Android

A chegada do aplicativo ao Android amplia o ecossistema mobile da Hasselblad, embora o app ainda não estivesse disponível para download na Google Play no momento da publicação.


Por que câmeras antigas voltaram a parecer mais interessantes

Em um ambiente no qual o smartphone tenta facilitar e corrigir tudo, câmeras antigas oferecem limites, textura, surpresa e uma experiência menos automática.

O interesse não nasce apenas de nostalgia. Também aparece como reação ao excesso de perfeição, velocidade e previsibilidade da fotografia computacional.


Seedream 5.0 Pro avança da imagem para a peça visual

A nova geração do modelo aponta para uma mudança importante: a IA começa a entregar não apenas imagens isoladas, mas composições com texto, layout e aparência de material pronto para comunicação.

Isso aproxima geração visual, design e produção de conteúdo, aumentando as possibilidades e também a pressão sobre quem oferece serviços básicos de criação.


O que tirar de hoje

O mercado está produzindo mais imagens, por mais caminhos e com menos barreiras técnicas.

Mas as pautas de hoje mostram que o valor não desaparece. Ele muda de lugar.

Pode estar na seleção editorial de uma galeria, nas horas invisíveis por trás de um espetáculo, na experiência de usar uma câmera antiga, na impressão de uma memória ou na decisão de investir em um sistema de médio formato.


A ferramenta importa. A direção continua decidindo o que fazer com ela.


IA na Fotografia: encontro presencial em São Paulo

No dia 8 de agosto, o Foto Cine Clube Bandeirante recebe um workshop presencial sobre criação, mercado, autoria, posicionamento e uso prático da inteligência artificial no trabalho fotográfico.


Antes de investir em mais uma ferramenta

O Mapa R.U.M.O. oferece uma leitura individual do trabalho, da comunicação e do negócio do fotógrafo para identificar prioridades, oportunidades e movimentos que realmente combinam com seu momento.



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