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As mais lidas da semana

O que mais concentrou atenção de quem vive da imagem

Em 2026, o desafio não é a falta de caminhos, mas escolher entre eles. Foto: Maksym Kaharlytsky/Unsplash
Em 2026, o desafio não é a falta de caminhos, mas escolher entre eles. Foto: Maksym Kaharlytsky/Unsplash

Nesta semana, os textos mais lidos mostram um movimento claro: menos curiosidade sobre ferramentas isoladas e mais busca por decisão, critério e sustentabilidade real do trabalho fotográfico. IA segue no centro do debate, mas agora atravessada por perguntas práticas sobre faturamento, posicionamento e limites da encenação tecnológica.

Este foi o retrato da semana.



TOP 5 – O que concentrou mais atenção


1. Fotografia humana em tempos de IA: decisões práticas

O texto mais lido da semana não tenta explicar a IA. Ele parte de outra pergunta: como você vai se posicionar e criar sua estratégia para essa nova fase da fotografia?


Minha leitura: cresce o cansaço com discursos abstratos. A audiência quer saber o que fazer e o que preservar.



2. Como faturar com fotografia em 2026

O segundo lugar confirma um tema recorrente: a preocupação deixou de ser apenas estética ou técnica. Faturamento voltou ao centro da conversa, e plataformas como a Fotto já são percebidas como parte do ecossistema de soluções para quem vive da fotografia. Além disso, veja quais os nichos e outras oportunidades do mercado.


Minha leitura: Fotografia é negócio. E os caminhos reais estão aí. A verdade é que nunca tivemos tantas possibilidades no mercado como agora.



3. OpenClaw, agentes de IA e o limite entre inovação real e encenação

A curiosidade sobre agentes de IA veio acompanhada de desconfiança. O texto atraiu leitores justamente por questionar o hype.


Minha leitura: o mercado começa a separar ferramenta útil de narrativa inflada. Isso é sinal de maturidade. Agentes de IA são revolucionários, mas não dá para cair nos delírios.



4. Comunidade Fotograf.IA + C.E.Foto

Mais uma semana em que a página da comunidade aparece entre as mais lidas. Não como produto, mas como resposta. Uma iniciativa única no mercado. Com conteúdos exclusivos, mentoria coletiva e muito mais.


Minha leitura: em cenários confusos, cresce a busca por troca contínua e pensamento coletivo, não só por conteúdo avulso.



5. Fotografia como pacote de viagem: o trem na China

O trem fotográfico da China revela como a imagem deixou de ser registro para virar experiência.


Minha leitura: a fotografia como experiência segue muito bem como parte de atrações turísticas e afins. Com captura e impressão na hora.



Outros destaques da semana:



A minha preferida da última semana: Quando a fotografia deixa de ser imagem e vira lugar

Por quê? porque a inovação na fotografia não parece ter limites e isso é ao mesmo tempo assustador e fascinante.



Informação estratégica para tomada de decisão

O ranking desta semana aponta para um deslocamento importante: a discussão deixou de girar apenas em torno da tecnologia e passou a orbitar escolhas reais de carreira, modelo de negócio e sentido do trabalho. Mais do que tendências, o que aparece aqui é um pedido por direção e estratégia.

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