A evolução do Nano Banana Pro
- Leo Saldanha

- há 1 dia
- 1 min de leitura
Ontem voltei ao Gemini para checar uma coisa simples: até onde foi o hiper-realismo das imagens na versão mais recente.

Peguei três selfies ruins minhas, bem toscas mesmo, e joguei no Flow, a ferramenta mais profissional do Gemini. O resultado me surpreendeu.


Não foi pose, nem iluminação. Foi textura de pele.
Sinceramente, uma pessoa comum (e muitos fotógrafos) teriam dificuldade em dizer que aquilo é IA.
O curioso é que não era “eu”. A ferramenta combinou minhas imagens e recriou algo que parece um autorretrato de outro autor. Ainda assim, plausível. Convincente.
Usei um prompt mais complexo e ficou claro para mim que o Nano Banana Pro e outras IAs não estão apenas melhorando. Estão cruzando um limiar.]

A pergunta que fiquei com isso não é técnica.
É estratégica: o que acontece quando o real deixa de ser um diferencial evidente?
Vou mostrar melhor esse teste hoje à noite, na mentoria da comunidade, junto com outros dados que ajudam a pensar os caminhos de faturamento da fotografia em 2026.



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