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Seu cliente consegue imaginar sua fotografia na parede?

há 19 horas
1 min de leitura

Um caso da fotografia pet ajuda a pensar em como apresentar produtos que o cliente queira levar para casa




O cliente gosta das fotografias. Escolhe suas favoritas, recebe os arquivos e publica algumas. Mas chega a imaginar uma delas na parede da sala?

Essa possibilidade pode começar a ser construída antes da sessão.


Ao analisar um estúdio internacional especializado em pets, um detalhe me chamou a atenção: o lugar que a fotografia vai ocupar na casa faz parte da conversa com o cliente. O produto físico está presente na experiência de contratação e escolha das imagens.


Isso abre uma questão para quem fotografa pets, famílias ou retratos: você mostra apenas as fotografias que produz ou também ajuda o cliente a visualizar o que pode fazer com elas?


Um quadro envolve decisões sobre imagem, tamanho, acabamento e ambiente. Sem referências, o cliente pode gostar da ideia e ainda assim adiar a compra por não saber escolher.


Ter produtos no catálogo, portanto, é só uma parte do trabalho. É preciso saber apresentá-los e calcular se a venda compensa os custos e o tempo envolvidos.


Como explorar essa possibilidade no seu negócio?


Preparei uma análise exclusiva para membros do Essencial com o caso identificado, os preços publicados, o processo de atendimento e os cuidados para avaliar o modelo. Incluí também uma proposta de teste pequeno, antes de investir em uma linha de produtos.


É esse olhar que orienta os estudos de negócios do Essencial: examinar uma experiência concreta, entender seus limites e encontrar perguntas úteis para o seu trabalho.

Quer acessar a análise completa e os demais conteúdos para membros?

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