Em vez de competir com a velocidade do digital, um negócio de fotografia impressa decidiu explorar limite, espera e surpresa. A ideia muda a percepção de valor do produto.
Deepfakes, exposição de crianças e novas preocupações com uso de imagem estão mudando a relação com a fotografia. Privacidade começa a deixar de ser bastidor e pode virar parte da oferta.
A inteligência artificial não perdeu importância na fotografia. Tornou-se parte dela. O Fotograf.IA continua como frente editorial, enquanto o Essencial passa a reunir IA, negócios, inovação, mercado e curadoria.