Rebecca Schmidt afirma ter saído de US$ 34 mil por ano para um estúdio de boudoir com receita de US$ 3 milhões. Mais do que o faturamento, o case mostra o efeito de nicho, processos, equipe e venda estruturada.
Alguns ensaios começam antes da câmera ser ligada. Quando uma pessoa chega diante da lente depois de uma experiência difícil com o próprio corpo, fotografar deixa de ser apenas uma questão de luz, pose e estética. Passa a envolver escuta, limite, confiança e responsabilidade.