Quatro casos recentes mostram como a inteligência artificial deixou de ser uma ferramenta isolada e passou a atuar em camadas diferentes da cultura visual: no cinema, na busca online, no direito de imagem e no próprio ato de fotografar.
Um ex-maquinista chinês, hoje fotógrafo de casamento, criou sozinho um curta com inteligência artificial em dez dias e gastou cerca de US$ 440. O filme viralizou, chamou atenção de um diretor de Hollywood e mostra como a IA começa a mudar quem consegue entrar no jogo do audiovisual.
O World AI Film Festival (WAIFF) realizou sua primeira edição no Brasil em fevereiro de 2026, em São Paulo. O evento reuniu profissionais do cinema, publicidade e streaming para discutir o impacto da inteligência artificial na criação audiovisual e apresentou uma mostra competitiva com mais de 400 filmes produzidos com ferramentas de IA.