Testei o Seedance 2.0
- há 5 horas
- 1 min de leitura
O que realmente muda quando a IA começa a responder à direção

Hoje eu testei o Seedance 2.0 em um cenário simples, sem apelo visual exagerado e sem efeitos fáceis. A ideia não era gerar algo chamativo, mas entender se o modelo consegue sustentar direção, coerência e atmosfera quando a proposta exige controle.
Escolhi um contexto documental, com tensão implícita e ambiente realista. Nada estilizado. Nada pensado para impressionar pelo brilho. O foco era perceber se o sistema responde à intenção ou apenas entrega uma versão polida do que foi escrito.
O avanço existe. O modelo demonstra mais estabilidade, melhor consistência entre quadros e maior aderência ao tom solicitado. Mas também deixa claros os seus limites. E é justamente nesse espaço entre o que funciona e o que ainda falha que aparece a leitura estratégica.
Ferramenta por si só não muda mercado. O que muda mercado é como ela é aplicada.
Dentro da comunidade Fotograf.IA + C.E.Foto eu analisei o teste com mais profundidade, mostrando onde o controle realmente aparece, onde ele ainda escapa e como isso pode ser usado de forma prática por quem vive de imagem no Brasil.
Se você quer acompanhar essas análises sem superficialidade e entender o que vale atenção e o que é apenas ruído, o acesso completo está disponível para membros.
A tecnologia evolui rápido.
Visão estratégica continua sendo rara.



Comentários