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Momento R.U.M.O.: O que a IA ainda não sabe fazer

  • há 3 dias
  • 2 min de leitura

Um retrato impactante publicado no Instagram contando uma história. Foi essa imagem, não um gráfico de tendências, que me fez entender o que está mudando no marketing da fotografia hoje.



Vi um post de um fotógrafo essa semana. A legenda dizia mais ou menos isso: esse tipo de conteúdo lembra que ainda somos humanos, que sentimos falta de conexão. Do jeito que estamos vivendo hoje, em algum momento isso para de parecer natural.


Não consegui parar de pensar naquilo. Não pela foto em si e toda história publicada de como ela aconteceu. O conteúdo é ótimo e real, mas o mercado está cheio de fotos ótimas e boas histórias. O que me parou foi a ideia por trás: conexão humana no conteúdo vai ser uma força cada vez mais rara, exatamente na proporção em que as máquinas ficam mais competentes.


Isso bateu de frente com algo que venho lendo em relatórios recentes sobre marketing digital. A conclusão é praticamente unânime: hoje já existe mais conteúdo gerado por IA circulando do que conteúdo feito por humanos, e a maior parte dele é mediano. O público está ficando mais rápido para reconhecer esse padrão e mais seletivo com onde presta atenção. Voz, ponto de vista e proposta de valor deixaram de ser detalhe de branding e viraram, de fato, estratégia de sobrevivência.


Para o fotógrafo, isso muda uma pergunta que já vinha sendo mal feita há tempos. Não é "como eu apareço mais", é "por que alguém escolheria minha visão em vez de qualquer imagem competente que uma IA também produziria". Já escrevi sobre isso aqui no blog: divulgação não é marketing, é parte dele. E a parte que fica esquecida (oferta, posicionamento, o que sua marca representa antes mesmo do post) é justamente a parte que a IA não substitui.



Juntei essas três coisas num vídeo exclusivo para quem está dentro do Fotograf.IA. Essencial: o post que abriu a reflexão sobre história real e conexão, o raciocínio sobre divulgação x marketing, e o que há de mais relevante nos relatórios de tendência de marketing e branding para 2026. Não é um resumo de manchete. É a costura entre os três e onde isso aponta para quem fotografa profissionalmente no Brasil.


Não vou reproduzir o vídeo aqui. Ele existe para quem já está dentro, lendo o mercado com mais profundidade do que dá para fazer num feed. Se você ainda está de fora e sente que fica sempre sabendo depois, essa é a diferença entre acompanhar o mercado fotográfico de longe e estar de fato dentro da conversa.





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