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Momento Rumo - Marketing não é o que você faz para as pessoas. É o que você faz por elas.

  • há 3 dias
  • 2 min de leitura

Tem dois tipos de fotógrafo que chegam no mesmo lugar por caminhos opostos. Ambos colocam o marketing em uma fama ruim

Katya Azimova/Unsplash
Katya Azimova/Unsplash

O primeiro fotógrafo típico evita marketing. Acha que é manipulação, pressão, promessa que não cumpre. Prefere deixar o trabalho falar por si. Acredita que quem é bom não precisa se vender.


O segundo faz marketing o tempo todo. Posta, promove, aparece. Mas opera no modo convencimento. Cada legenda é argumento. Cada story é empurrão. Cada oferta é tentativa de fechar.


Os dois estão errados. E pelos mesmos motivos.


O primeiro confunde marketing com propaganda ruim. O segundo confunde marketing com vendas forçadas. Nenhum dos dois está fazendo o que marketing de fato é.

Seth Godin passa um livro inteiro desmontando essa confusão no livro Isso é Marketing. A tese central não é técnica. É que marketing é o ato de servir melhor as pessoas certas. Não convencer quem não quer.


Não empurrar para quem não precisa. Encontrar quem se beneficia de verdade do que você faz e garantir que essa pessoa saiba que você existe.


Quando fazemos marketing para ajudar as pessoas com produtos e serviços melhores...tudo muda.

Para o fotógrafo isso muda a pergunta. Não é como vendo mais. É para quem eu realmente quero trabalhar e o que preciso construir para que essa pessoa me encontre antes de encontrar qualquer outro.


Essa inversão é pequena no papel e enorme na prática. Porque quando você para de tentar convencer todo mundo e começa a ser relevante para alguém específico, o esforço diminui e o resultado melhora. O cliente certo não precisa ser convencido. Ele reconhece. Ele chega com menos resistência, negocia menos, indica mais e volta.


O problema é que a maioria nunca fez essa pergunta com seriedade. Continua produzindo conteúdo para aparecer, não para servir. Continua fazendo oferta para fechar, não para filtrar. Continua medindo curtida quando devia medir identificação.


Marketing honesto começa com visão clara sobre quem você quer atender e por quê essa pessoa sai melhor depois de trabalhar com você do que antes. Se você não consegue responder isso, o problema não é de comunicação. É de direção. E se consegue responder o marketing se torna de fato um ato de generosidade e honestidade. Eu como pupilo de Godin faço isso quando entrego a leitura estratégica para quem vira meu cliente no RUMO.


O fato é que o Mapa R.U.M.O. organiza exatamente esse ponto de partida. Posicionamento, nicho, monetização e diferenciação para que o marketing deixe de ser esforço de convencimento e vire consequência natural de saber quem você serve e o que entrega de verdade.


O Mapa R.U.M.O. organiza o que vem antes. Criar algo que importa com valor para quem você quer servir. Isso faz a diferença.

Em abril estou abrindo uma agenda restrita de Leitura R.U.M.O. com conversa individual. Se fizer sentido para o seu momento, os detalhes estão aqui: Leitura estratégica para fotógrafos: como tomar decisões com precisão no negócio

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