Gravado com 20 iPhones: “28 Years Later” redefine o cinema com criatividade e tecnologia
- 2 de jun. de 2025
- 2 min de leitura
A sequência do clássico “Extermínio” (28 Days Later) traz inovação ao usar múltiplos iPhones 15 Pro Max para criar cenas impactantes e surpreender o público (e os atores.)

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O diretor Danny Boyle está de volta com 28 Years Later, sequência direta do cultuado 28 Days Later e dessa vez, a câmera principal não foi uma tradicional de cinema, mas sim um iPhone. Ou melhor: 20 iPhones 15 Pro Max rodando juntos em um só set.
Sim, você leu certo. A produção usou múltiplos rigs com iPhones acoplados, incluindo estruturas com 8, 10 e até 20 aparelhos ao mesmo tempo. A ideia era simples, porém ousada: captar cenas com uma cobertura de 180 graus e dar aos editores liberdade para manipular o tempo, o espaço e a narrativa visual.
“É basicamente uma versão barata do efeito bullet time”, afirmou Boyle em entrevista à IGN.
Além da estética inovadora, o uso desses rigs trouxe dinamismo e imprevisibilidade ao set, mantendo os atores atentos. E vale destacar, diferente das câmeras convencionais, os iPhones estavam por todos os lados. “Eles se acostumam a saber onde estão as câmeras, os tipos de lente. Mas essa abordagem quebra isso”, explicou o diretor.

Um retorno à estética crua do original
O uso do iPhone também tem um valor simbólico. Quando 28 Days Later foi lançado em 2002, filmagens amadoras de eventos apocalípticos seriam feitas com filmadoras digitais baratas. Hoje, em 2025, esse papel é dos smartphones. O novo filme brinca com essa atualização estética e cultural, mantendo a identidade visual crua, porém moderna.
Apesar disso, quem assiste ao trailer não nota facilmente que as cenas foram feitas com celular. Isso porque o visual final se aproxima bastante do cinema tradicional. Um dos motivos? A equipe acoplou lentes de cinema aos iPhones, garantindo profundidade e qualidade profissional às imagens.

Mais do que um truque, uma linguagem
O que poderia soar como um truque de marketing se revela, na verdade, uma escolha estética consciente. O filme, que estreia nos cinemas em 20 de junho, também adota um aspect ratio de 2.76:1, incomum e cinematográfico, para ampliar a sensação de estranhamento. A história escrita por Alex Garland (autor do original) foi inspirada por eventos recentes como o Brexit e outras crises mundiais.
Se você gosta de cinema, inovação e novas possibilidades com dispositivos móveis, vale a pena acompanhar esse projeto de perto. Afinal, não é todo dia que se vê um blockbuster sendo filmado com o mesmo aparelho que está no seu bolso.
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