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Banco de imagens ou assinatura? Como dois negócios vendem fotografia para empresas

há 3 horas
2 min de leitura

Um fotógrafo brasileiro planeja uma produção para abastecer vários canais de restaurantes. Um estúdio britânico reserva tempo todo mês para empresas que precisam atualizar suas imagens



Um restaurante troca o cardápio. Os pratos novos precisam aparecer no delivery, nas redes sociais e no próprio salão. São três usos para as imagens, todos ligados à mesma mudança. Um dos negócios que analisei para o Essencial parte dessa situação para montar sua oferta de fotografia gastronômica.


O fotógrafo brasileiro vende a produção como um banco de imagens. Quando o restaurante contrata, já consegue visualizar onde vai usar o material. Para o fotógrafo, isso muda o briefing. Uma imagem pensada para a miniatura de um aplicativo pode pedir um enquadramento diferente da foto que vai abrir o cardápio. Saber disso antes da produção ajuda a preparar a lista de imagens.


Quando a próxima produção já tem motivo para acontecer


O segundo caso vem do Reino Unido. Um estúdio de fotografia corporativa oferece produção mensal a empresas que precisam renovar suas imagens ao longo do ano. A cada mês, a pauta pode mudar. Em um, entram os retratos de quem chegou à equipe. Em outro, as imagens de um produto que será lançado.


Nesse modelo, a empresa contrata tempo de produção com antecedência. Para o estúdio, a questão passa a ser como reservar esse espaço na agenda e definir até onde vai o compromisso de cada mês. É aí que as condições da proposta ganham tanto peso quanto o preço.


O que perguntar antes de montar a proposta


O que mudou no negócio do cliente nos últimos três meses que exigiu fotos novas? E o que já está previsto para os próximos três?


Se tudo gira em torno de uma mudança, como a estreia de um cardápio, uma produção pode resolver vários usos de uma vez. Se as mudanças se espalham pelo trimestre, vale olhar para as datas. Elas ajudam a decidir se faz sentido propor visitas pontuais ou reservar uma produção todo mês.


No Essencial, os membros já podem consultar os dois estudos completos, com links para as ofertas originais, preços e condições. A análise mostra o que cada negócio coloca no orçamento e como o estúdio britânico lida com uma situação que vale prever antes de vender uma assinatura. O que acontece quando o cliente paga pelo mês e deixa de usar o tempo reservado?


Para acessar os estudos e saber como entrar no Essencial clique aqui: Conheça o ESSENCIAL

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