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Apple abandona CGI no logo da TV+: o que isso significa para fotógrafos em 2026

Marcas de alto valor estão voltando ao real e ao artesanal. Para fotógrafos autorais, essa é a janela mais promissora em anos. Confira o novo episódio da série especial sobre Branding Fotográfico



A cena que ninguém esperava

Briefing hipotético perfeito para CGI. Decisão real: cortar vidro, mover luz por semanas, filmar efeitos práticos. A Apple levou o logo da TV+ para o mundo físico. Não foi nostalgia. Foi posicionamento.



O paradoxo do premium

Três movimentos simultâneos no topo do mercado:

• Apple TV+ com efeitos práticos e materialidade.

• Belmond, do grupo LVMH, financiando residências fotográficas com liberdade autoral e desdobramentos culturais.

• Bottega Veneta apostando em Duane Michals e sua linguagem preto e branco, narrativa e atemporal.


Pergunta óbvia: por que o físico e o artesanal ganham força na era da IA?



Escassez muda de lugar

Quando todo mundo tem as mesmas ferramentas digitais, tudo tende ao parecido. No premium, aquilo que exige tempo, presença e autoria se torna valioso. O que é escasso hoje:


• Tempo investido em processo real

• Presença física e imersão

• Autoria desenvolvida em décadas

• Imperfeições que só a matéria dá


Três pistas para quem vive da imagem

  1. Diferenciação não é velocidade, é visão. Se sua proposta é só rapidez e volume, você disputa com algoritmos.

  2. Habilidade técnica virou base. O diferencial é autoria reconhecível e coerente no tempo.

  3. Marcas de alto valor buscam associação cultural, não só “fornecimento”. Parceria acontece quando a sua visão melhora o que a marca diz sobre si.


Foto: Julien Dumas/Unsplash
Foto: Julien Dumas/Unsplash

E a IA nisso tudo?

IA acelera o rascunho, não substitui direção. Protótipos, variações e pesquisa ficam mais rápidos. Julgamento estético, leitura cultural e decisão de linguagem continuam humanos. É aqui que fotógrafos autorais vencem.


O sinal por trás dos cases

O making-of volta a ser narrativa. O processo vira prova de valor. E a fotografia deixa de ser apenas imagem final para recuperar algo essencial: presença, matéria, tempo e ponto de vista.


Próximo passo

Se essa leitura fez sentido, é porque você está percebendo o mesmo movimento que Apple, Belmond, Bottega e todo o mercado premium já perceberam. A oportunidade não é sobre competir com IA, nem sobre dominar ferramentas. É sobre construir algo que IA não replica: autoria, visão e posicionamento.

O conteúdo acima é a superfície. A profundidade (frameworks, exercícios, estudos de caso completos e estratégias aplicáveis) está dentro da comunidade.


Convite

Entre 10 e 24 de novembro, durante a Vision Friday Fotograf.IA, abrimos uma condição especial para quem quer reorganizar o negócio da fotografia com estratégia, direção e profundidade real. É entrada com mentoria individual, acesso integral à comunidade, Radar semanal e o novo Mapa Estratégico 2026.

Se você quer transformar essa leitura em prática, esse é o momento.

Saiba mais e participe >>> Vision Friday



 
 
 

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