Mais do que o sucesso comercial do acessório em si, o movimento revela algo maior. Fabricantes seguem testando caminhos alternativos para expandir as capacidades fotográficas dos smartphones sem depender apenas de sensores cada vez menores, empilhamento computacional ou zooms artificiais. A modularidade reaparece como tentativa de devolver ao usuário algum grau de escolha física sobre a captura da imagem.