Três movimentos recentes no mercado fotográfico levantam uma questão prática: o que realmente gera dinheiro, o que o cliente valoriza e o que continua existindo na operação apenas porque sempre esteve ali?
Uma fotógrafa reduziu drasticamente o número de sessões, fechou a estrutura que mantinha e passou a operar de outra forma. O resultado levanta uma questão importante para quem vive de fotografia: crescer significa mesmo atender mais clientes?