Quatro casos recentes mostram como a inteligência artificial deixou de ser uma ferramenta isolada e passou a atuar em camadas diferentes da cultura visual: no cinema, na busca online, no direito de imagem e no próprio ato de fotografar.
Depois do Nano Banana, o Google leva sua IA visual para o vídeo com o Gemini Omni. A novidade permite criar e editar cenas a partir de diferentes referências e levanta novas questões para fotógrafos sobre identidade, confiança e valor da imagem.