Algumas mudanças no mercado da fotografia não chegam como tendência, nem como ruptura visível. Elas aparecem de forma dispersa: em decisões de preço, no comportamento de novos clientes, na maneira como marcas se posicionam e nas ferramentas que passam a ser usadas sem muito alarde.
O debate internacional aponta para autenticidade, IA e equipamentos cada vez mais caros. No Brasil, esse cenário não é ruptura. É continuidade. Todo início de ano traz consigo uma avalanche de previsões. Tendências, listas, apostas sobre o que “vai mudar” no mercado fotográfico. Nos últimos dias, análises internacionais voltaram a insistir em alguns temas recorrentes: o fim da câmera de entrada, a exigência crescente de autenticidade digital, a pressão da inteligência artific