A OpenAI lançou o ChatGPT Images 2.5 com foco em edição mais precisa, uso de imagens de referência, consistência entre alterações e geração mais rápida. Para fotógrafos, o impacto pode estar menos na criação do zero e mais no que acontece depois da captura.
Fotógrafos de natureza defendem preservar aquilo que estava diante da câmera, enquanto outros profissionais já usam IA para construir ambientes inteiros. A diferença mostra por que não existe um único limite para a inteligência artificial na fotografia.
Fotógrafos continuam usando inteligência artificial, mas uma pesquisa da Skylum mostra que muitos reduzem sua intensidade em busca de resultados mais naturais. O movimento também aparece na comunicação de Narrative, Capture One, VSCO e Aftershoot e indica uma nova fase: menos fascínio pela automação e mais atenção a autoria, intenção e controle.
A discussão sobre IA na fotografia costuma girar em torno da imagem gerada. Mas o impacto mais importante pode estar em outro lugar: no fluxo de trabalho. Planejamento, seleção, edição, organização, entrega e reaproveitamento começam a ser afetados por novas ferramentas, mudando prazos, valor percebido e expectativas do cliente.