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Um quiosque fotográfico da Kodak renasce em versão de mesa

Projeto caseiro recria os antigos totens de impressão e reacende a relação física com a fotografia em tempos dominados por telas


Os grandes quiosques fotográficos amarelos da Kodak, presença comum em farmácias e supermercados nas décadas passadas, praticamente desapareceram do cotidiano. Mas a ideia de imprimir fotos de forma direta e tátil parece longe de perder apelo. Prova disso é um projeto curioso desenvolvido por James Warner, criador do canal Snappiness, que construiu uma versão miniaturizada de um quiosque Kodak para usar sobre a própria mesa.


O motivo foi simples e bastante contemporâneo: o modelo original ocupava espaço demais dentro de casa. Em vez de abrir mão da experiência, Warner decidiu redesenhá-la. O resultado foi um quiosque compacto, impresso em 3D, capaz de ler cartões de memória, exibir imagens em uma pequena tela e imprimir fotografias com poucos comandos, replicando boa parte da funcionalidade do equipamento original.



Por dentro, não há nostalgia tecnológica. O sistema abriga uma impressora fotográfica moderna da Canon, escolhida não por fidelidade à marca Kodak, mas por oferecer algo essencial para o projeto: a possibilidade de imprimir diretamente a partir de mídias físicas, sem depender exclusivamente de aplicativos de smartphone.


A carcaça, por sua vez, foi inteiramente projetada e impressa em 3D, explorando recursos de impressão multicolorida para manter a identidade visual clássica dos quiosques Kodak. O contraste entre a estética retrô e a tecnologia atual ajuda a explicar o fascínio do projeto.


Mais do que um objeto curioso, o quiosque de mesa aponta para um movimento maior. Em um ambiente saturado de imagens digitais, cresce o interesse por experiências que devolvam materialidade à fotografia. Imprimir volta a ser gesto, escolha e ritual...mesmo que em escala doméstica.


Projetos como esse mostram que a fotografia continua buscando formas de existir para além das telas.


Na comunidade Fotograf.IA + C.E.Foto, esse retorno à materialidade, à impressão e à experiência física da imagem é tema recorrente de análise e conversa.


O projeto completo, com detalhes técnicos e imagens do processo, pode ser conferido na matéria original. Vale a leitura não apenas pelo objeto em si, mas pelo que ele simboliza sobre memória, afeto e a persistência do ato de imprimir.


A relação entre tecnologia, nostalgia e novos usos da fotografia também aparece nos encontros e conversas ao vivo que venho promovendo.


O próximo evento amplia esse tipo de reflexão, conectando passado, presente e decisões reais para quem vive da imagem.


As informações estão disponíveis no link abaixo.

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