Seu trabalho mudou. Os clientes perceberam?
Você quer receber outros pedidos, conquistar novos clientes ou entrar em outra área da fotografia. Mas seu nome continua associado ao trabalho de sempre.

Da série - Momento R.U.M.O.
Imagine uma fotógrafa com anos de experiência em famílias que decide ampliar sua atuação para retratos profissionais. Ela estuda, produz novos ensaios e começa a oferecer o serviço. Ainda assim, quase todas as indicações continuam sendo para gestantes e aniversários.
Isso não significa que a mudança deu errado. As pessoas aprenderam a procurá-la por um motivo. Agora, precisam de razões para lembrar dela também em outra situação.
É aí que entra o posicionamento: o lugar que seu trabalho ocupa na cabeça de quem contrata e indica você. Para qual necessidade lembram do seu nome? Por que escolheriam você entre as alternativas?
Sua apresentação influencia essa percepção. O portfólio, os serviços oferecidos, a experiência dos clientes e aquilo que as pessoas contam sobre você também.
No exemplo da fotógrafa, publicar alguns retratos profissionais pode ser um começo. Mas vale observar o conjunto: esses trabalhos têm espaço no portfólio? A oferta explica a quem atende? Os clientes antigos sabem que podem indicá-la para essa nova demanda?
A experiência com famílias pode ser uma vantagem. Saber conduzir alguém pouco à vontade diante da câmera tem valor em um retrato profissional. Essa competência já existe; falta mostrar sua utilidade em outro contexto.
O mesmo raciocínio vale para quem deseja atender empresas maiores, vender projetos mais completos ou concentrar a agenda em um serviço que hoje aparece pouco.
Entre o trabalho que você sabe fazer e aquele pelo qual o mercado procura você, pode existir uma distância.
Essa distância merece investigação. Poucos pedidos também podem estar ligados à demanda, ao alcance da divulgação, ao preço ou à forma de contratar. Atribuir tudo ao posicionamento seria precipitado.
Uma pergunta ajuda a começar: se um cliente satisfeito fosse indicar você hoje, o que diria que você faz bem?
Depois, compare essa resposta com o trabalho que você quer atrair nos próximos meses. A diferença pode revelar o que precisa ganhar espaço na sua apresentação, na oferta e nas conversas com sua rede.
É esse tipo de leitura que faço no Mapa R.U.M.O., meu trabalho individual de análise e orientação para fotógrafos. Examino o momento do negócio e reúno essa análise em um relatório, que discutimos em uma reunião para orientar decisões e próximos passos.
Se você quer mudar o tipo de trabalho que chega até você, me conte o que faz hoje e o que gostaria de atrair. A partir daí, podemos conversar sobre como o Mapa se aplica ao seu momento. O atendimento está disponível para membros do Essencial e para quem está chegando agora.



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