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De um Gol adaptado a uma empresa de fotografia: a virada de Patty Alves no mercado equestre

há 1 hora
2 min de leitura

Fotógrafa deixou os ensaios de estúdio, encontrou um novo mercado nas competições com cavalos e passou a trabalhar com equipes, tecnologia e novas fontes de receita. Sua trajetória é tema do novo episódio de Vencendo com a Fotto



Durante um ano, a fotógrafa Patty Alves dormiu dentro de um Gol vermelho adaptado para conseguir trabalhar em competições equestres. Os bancos traseiros foram substituídos por uma estrutura de madeira e um colchão. Era a maneira que encontrou para reduzir despesas e permanecer perto das provas.


Hoje, além de fotografar, ela administra uma operação que consegue atender eventos em diferentes estados brasileiros.


A transformação começou em 2024, quando uma conversa com Marcelo Tesser, cofundador da Fotto, fez Patty enxergar uma oportunidade que estava na própria rotina.


Casada com um treinador de cavalos, ela acompanhava o universo equestre havia anos, mas ainda não havia considerado aquele ambiente como seu principal mercado fotográfico.

Até então, trabalhava com ensaios de família, fotografia infantil e estúdio. As mudanças frequentes de cidade dificultavam a construção de uma clientela estável.

Ao entrar no circuito das competições, encontrou outra dinâmica comercial. Em vez de vender apenas sessões individuais, passou a registrar provas e bastidores para competidores e familiares interessados em comprar fotografias dos eventos.


Segundo relato divulgado pela Fotto, seu faturamento chegou a crescer cinco vezes após a mudança de segmento.


Mas como transformar essa oportunidade em um negócio capaz de crescer?

Essa é uma das histórias do nono episódio de Vencendo com a Fotto, série de entrevistas sobre os caminhos encontrados por profissionais para desenvolver seus negócios na fotografia.



Do Patmóvel à gestão de fotógrafos


A história do Gol adaptado ganhou um novo capítulo quando Patty comprou uma Fiat Doblò usada e a transformou no chamado Patmóvel, uma pequena estrutura de trabalho e descanso para acompanhar eventos que podem durar até quinze dias.


Mas a mudança mais importante aconteceu na maneira de administrar o negócio.

Acostumada a fotografar, editar e controlar pessoalmente todas as entregas, Patty precisou aprender a delegar. Com a parceira Eduarda Rocha, criou a Entre Olhares, marca voltada à cobertura de eventos com equipes.


A tecnologia também passou a fazer parte da operação, com reconhecimento facial para facilitar a localização das fotografias, automação no envio de arquivos e novas possibilidades comerciais envolvendo patrocinadores.


No episódio, Patty conta como enfrentou as dificuldades para entrar no mercado equestre, organizou sua estrutura de trabalho, começou a contratar fotógrafos e encontrou outras formas de gerar receita com as imagens.


A entrevista interessa especialmente a quem busca ampliar suas vendas, conhecer novos mercados ou entender o que precisa mudar para deixar de depender exclusivamente do próprio trabalho.


Assista e conheça outras possibilidades


Veja a história completa de Patty Alves, com os bastidores das competições, as decisões que marcaram sua trajetória e os aprendizados sobre fotografia e negócios.


Conheça a Fotto: 

plataforma que oferece recursos para fotógrafos organizarem eventos, publicarem imagens e venderem fotografias pela internet.


Outras histórias de quem vive da fotografia: 

acompanhe as entrevistas anteriores da série Vencendo com a Fotto.

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