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O que estou lendo: um livro de fotografias, esquecido, que vale mais que ouro

  • 8 de jul. de 2025
  • 2 min de leitura

Raríssimo livro de 1886 com fotos em platina e texto literário mostra como a fotografia foi pensada como arte desde o século XIX.


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Em uma casa comum no interior dos Estados Unidos, repousava silenciosamente dentro de um armário qualquer o que muitos consideram o primeiro grande livro fotográfico pensado para ser admirado tanto com os olhos quanto com o tempo. Não era um manual técnico, nem um álbum familiar. Era uma obra de arte em forma de livro. Daquelas que não se escondem numa estante. Que vivem abertas sobre uma mesa, convidando o olhar a repousar sobre paisagens, pessoas e atmosferas. Algo entre escultura encadernada e pausa visual. Um livro-objeto, ou como se convencionou dizer em inglês, um “coffee table book”.


Mas este não era qualquer exemplar. Publicado em 1886, Life and Landscape on the Norfolk Broads, de Peter Henry Emerson, foi descoberto embrulhado em papel pardo por familiares de uma senhora de 98 anos, durante uma limpeza de casa. A publicação original, com apenas 25 edições de luxo, carrega 40 impressões em platina, texto literário, capa com ilustrações do artista Thomas Goodall e um detalhe quase impossível de mensurar: um dedo impresso do próprio Emerson em uma das imagens. Um aceno direto do passado ao presente.


O livro irá a leilão nesta semana em Londres e pode alcançar até 70 mil dólares. Uma pequena fortuna para um título que ficou décadas esquecido. Mas não é sobre o valor financeiro. É sobre o valor simbólico.



Peter Henry Emerson acreditava que a fotografia era uma forma de arte por si só, e para provar isso, destruiu os negativos após publicar seus livros. Um gesto ousado. Radical. Incomum. E profundamente poético. Ele registrava a vida rural da Inglaterra com respeito e lirismo. Fotografava com intenção. Publicava com propósito.



Mais do que uma notícia curiosa, o achado nos faz pensar: quantas imagens hoje são feitas para durar? Quantas fotografias nascem já sabendo que desaparecerão na rolagem de um feed? Emerson acreditava que suas imagens podiam atravessar o tempo. E, pelo visto, atravessaram.


Se quiser mergulhar nessa história que parece saída de um roteiro de cinema, vale a leitura da matéria completa no Petapixel:


Por: Leo Saldanha - Criador da comunidade Fotograf.IA + C.E.Foto! O futuro da fotografia não vai esperar você!

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