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O projeto fotográfico "figital" inovador e pioneiro de Rinaldo Coelho

Fotógrafo do Rio de Janeiro, Rinaldo criou um novo projeto que mistura fotografia analógica, cartões postais e NFTs de uma maneira única e híbrida.



A foto postal que recebi de Rinaldo Coelho. Iniciativa pioneira e inovadora.


Ontem fui até minha caixa de correspondência do prédio e para minha grata surpresa lá estava o postal enviado pelo artista Rinaldo Coelho. Duo é o nome da obra que ganhou vida tanto impressa quanto na blockchain. O mais fascinante é Rinaldo combinou os estilos. A foto foi feita de forma analógica, depois de revelada foi escaneada e agora ganhou nova vida tanto nos postais quanto como NFT.


No postal dá para ver as informações da obra. Título (Duo), quando foi clicada e criada (janeiro de 2018), a técnica utilizada (fotografia analógica) e o material (filme Ilford Delta 100). O postal que recebi de Rinaldo veio em papel cartão 300g fosco. Bom de pegar, tocar e vai se juntar a minha coleção de fotos impressas aqui de casa. Só serviu para reforçar o que eu acredito: nada supera a foto no papel. O elo emocional que criamos com uma obra. Um detalhe importante: a foto é assinada pelo artista e está escrito lá que é sétima de 50 impressões.





Mas Rinaldo não parou por aí. Ele criou um projeto híbrido. No postal tem o endereço para o site dele com a coleção NFT e dá para usar o QR Code para entrar em contato com a nova fase do trabalho dele conectado com a fotografia blockchain. No fim, uma combinação perfeita entre arte, tecnologia e na minha visão também de marketing de alto nível. Já que não deixa de ser uma ação de encantamento com essa ação inovadora por parte do artista.


Rinaldo faz parte do NFoTo e enviou os postais para outros sortudos do grupo que quiseram receber o postal em casa. Assim que recebi a obra perguntei se ele toparia escrever sobre essa experiência fascinante. Confira no texto abaixo.



"Duo" de Rinaldo Coelho. Foto feita com filme Ilford que depois foi digitalizada e agora ganha nova fase como cartão postal e NFT. Um fascinante projeto híbrido "figital"



Projeto Phygital de Arte Postal e NFT


Por Rinaldo Coelho


Faz um pouco menos de um ano que voltei a me movimentar no mundo da fotografia autoral, praticamente desde o século passado quando ainda o filme fotográfico era a única forma séria de registrar imagens estáticas eu estava parado. Não parado de fotografar, mas parado de buscar atuação como artista fotográfico.


Desde meados de 2022 procurei rever meu acervo que vai desde negativos em p& passando por películas em cor, slides e finalmente chegando aos formatos digitais dos dias atuais na tentativa de organizar em catálogo mais segmentado e capaz de representar minha essência e minha obra.


Não bastasse todo esse trabalho fui apresentado ao mundo crypto e das NFTs, o que ao mesmo tempo abriu meus olhos para uma dimensão fascinante e assustadora ao mesmo tempo. Fascinante pelo potencial criativo e na forma como provê mecanismos de controles e segurança antes só disponíveis para grandes galerias, museus e curadores. É assustador porque traz em seu cerne uma revolução disruptiva em quase todos os segmentos de arte onde a fotografia não fica de fora.


Paralelo a esse trabalho, venho buscando me reinserir também no mundo das artes e entender sua mecânica e como ela se desenvolve tanto no âmbito convencional como no digital com todas as suas dimensões em metaversos, na inteligência artificial e novas expressões que tentam unir esses dois.


Nesse sentido é que nasce a iniciativa de “Arte Postal” por parte de um grupo de alunos, artistas e profissionais das artes que se conheceram através da “Escola Nano de arte e mercado” ministrada pelo Thomaz Pacheco, Fundador da Nano Art Market. Essa iniciativa tem por objetivo divulgar entre o grupo de artistas suas obras em formato de cartão postal que serão enviados e distribuídos gratuitamente entre os integrantes do grupo. Para isso foram definidos tempos e movimentos que permitissem cada um criar de forma livre sua arte para esse fim, respeitando somente os padrões permitidos para considerar postal o produto final e ser possível encaminhar via correios.


Por sinal, a iniciativa nesse exato momento que escrevo, ainda está em curso e as obras ainda não foram encaminhadas, mas a inspiração da ideia me contagiou a tal ponto que me levou a desenvolver um projeto solo nesse sentido também.


Na comunidade NFoTo que participo foi proposto uma coleção para todos os fotógrafos que estão no grupo poderem participar com suas obras, o que me inspirou a ideia de trabalhar fotos transformadas em arte postal lá também.


Foram 7 fotografias em p & b mintadas (publicadas), cada uma contando uma pequena história e trazendo uma reflexão sobre seu título. Uma delas foi a escolhida para representar a gênese desse trabalho que teve dois lotes de 50 cópias impressas em formato cartão postal. Um lote com template proposto e desenvolvido por mim e outro baseado no modelo que será lançado junto à comunidade de arte da Nano.


A foto escolhida é intitulada “Duo” e é composta por um par de orquídeas cuidadosamente enquadrada de forma a trazer a luz essa dimensão dual que atualmente tem me encantado entre o analógico e o digital.


Como forma de gratidão ao grupo NFoTo e seus participantes que tanto têm me ajudado a avançar nos estudos dos temas, fiz uma distribuição entre nós do primeiro lote impresso, encaminhando via correios para cada um que atendeu a meu pedido de encaminhar seu endereço postal.


Sou fascinado pela fotografia desde cedo e me encantei com seus processos físicos e químicos. Na máquina e nas lentes capturo a imagem registrando-a no filme, que depois é revelado e atualmente escaneado gerando a base que me permite trabalhar das mais diversas formas.


Todos os postais são impressos com o registro em QRCode do endereço na blockchain onde o original está em NFT. Sendo essa a forma que encontrei de trabalhar nesse momento os dois mundos, tentando de alguma forma harmonizar dois elementos que aparentemente são inconciliáveis.


Meu trabalho caminha em constante mutação. Ainda não me defini quanto ao estilo nem a forma. Se há um ano atrás eu vislumbrava FineArt como única forma de expressão autoral para a fotografia, pelo menos para mim, hoje consigo ver um mundo de possibilidades e formatos criativos que podem enriquecer a experiência do artista bem como daqueles que admiram tanto colecionar como simplesmente contemplar arte.


Phygital é o meu caminho. Pode ser que às vezes mais físico e às vezes mais digital, porém o mais importante é caminhar se reinventando e tentando inovar, seja na fotografia, na arte em geral e na vida.


Artista fotográfico



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