Nike aposta no terror pop para sacudir o futebol com a campanha "Scary Good"
- Leo Saldanha
- 6 de jul.
- 2 min de leitura
Misturando horror, sátira e estrelas como Mbappé e Putellas, a nova campanha da Nike traz nove curtas-metragens que rompem com o previsível e colocam o futebol feminino no centro da ação.

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A Nike Football decidiu jogar fora o roteiro tradicional e lançar algo inesperado. No ar desde 1º de julho, a campanha “Scary Good” transforma o esporte mais popular do mundo em um espetáculo de caos criativo, com toques de horror e bom humor. A proposta? Mostrar que o futebol pode (e deve) ser instintivo, provocador e fora do comum.
Com uma série de nove curtas inspirados em programas de TV bizarros, de linhas psíquicas a comerciais exagerados dos anos 90, a marca dá vida a um universo onde o talento dos jogadores se mistura com o imprevisível. No episódio Free Psychic Readings with Alexia, a estrela espanhola Alexia Putellas prevê com calma o destino dos rivais. Já Kyller Instinct coloca Kylian Mbappé como um atacante fantasma que persegue defensores como se fosse um vilão de slasher movie.
Além dos dois protagonistas, o elenco inclui nomes de peso como Ronaldinho, Erling Haaland, Sam Kerr, Vini Jr., Cole Palmer e Salma Paralluelo. A ideia é clara: provocar, entreter e resgatar a intensidade do jogo. Tudo isso embalado pela tagline direta e inquieta: “Give them nightmares” (Dê pesadelos a eles).
A campanha ainda serve como palco para dois grandes lançamentos: a chuteira Phantom 6 e a experiência Toma El Juego, que transforma as ruas de Los Angeles em um laboratório urbano de futebol. A combinação reforça o retorno da Nike a uma narrativa mais voltada à performance, parte da estratégia chamada Sport Offense, focada em vigor atlético e autenticidade.
Mas um dos pontos mais relevantes de “Scary Good” é a forma como o futebol feminino ocupa o centro do enredo, não como cota, mas como força protagonista. Com a Euro Feminina 2025 em andamento, nomes como Putellas, Paralluelo e Sam Kerr são apresentadas com o mesmo peso e destaque dos seus colegas homens, numa abordagem que evita o marketing performativo e aposta na representatividade genuína.
Ao usar o horror como metáfora e o absurdo como linguagem visual, a Nike sacode seu próprio padrão de campanhas “clean” para entregar algo mais ousado, orgânico e surpreendente. No fim das contas, “Scary Good” é mais do que um slogan: é um convite para lembrar que o futebol de verdade assusta (e encanta) justamente porque é imprevisível.
Por: Leo Saldanha - Criador da comunidade Fotograf.IA + C.E.Foto!
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