Lentes da Alma: o curta que revela o olhar extraordinário de um fotógrafo cego
- 22 de mai. de 2025
- 2 min de leitura
Curta lançado pela TIM ressignifica os limites da fotografia ao contar a inspiradora trajetória de João Maia, que vê com a alma e fotografa com o coração

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Na contramão das narrativas convencionais sobre deficiência, a TIM lançou nesta semana um filme comovente e potente que coloca a sensibilidade em primeiro plano. O curta-metragem Lentes da Alma conta a história de João Maia, o primeiro fotógrafo com deficiência visual a cobrir, oficialmente, eventos de paratletismo no Brasil e no mundo.
Mais do que um filme institucional, a obra (criada pela BETC Havas, com direção de Rafa Damy e trilha sonora da Cabaret) é um tributo à força do olhar que não depende da visão, mas da escuta, da presença e da imaginação.
Ao longo do curta, acompanhamos a trajetória de João desde sua origem em uma pequena cidade rural até alcançar o reconhecimento nos maiores palcos esportivos. Uma jornada marcada por desafios, sim, mas também por descobertas que só a sensibilidade de quem vê com a alma pode revelar.
Tecnologia como ponte para o sensível
A TIM, que assina a iniciativa, reforça com o projeto seu posicionamento “Você Pode Tudo”, conectado à assinatura de marca “Imagine as possibilidades”. Para a empresa, João Maia representa não apenas superação, mas também protagonismo e inovação social.
“Ele usa a tecnologia para desafiar limitações, não apenas no seu próprio trabalho, mas também ao capacitar outros, dando oficinas de fotografia para pessoas com deficiência visual, através de ferramentas inclusivas, como a audiodescrição”, afirma Camila Ribeiro, diretora de comunicação e marca da TIM.
Essa conexão entre inclusão, criatividade e tecnologia mostra que a fotografia pode ser um território acessível e transformador, mesmo quando a visão tradicional está ausente.
Uma lição de escuta e empatia
Para a agência BETC Havas, o projeto foi mais do que uma campanha. Foi um exercício de escuta, aprendizado e reinvenção de perspectivas.
“Contar a história do João foi, para nós, mais do que criar um curta: um exercício de empatia e escuta. João nos mostrou que os limites podem ser reinventados quando usamos a criatividade a serviço da inclusão”, diz Erh Ray, CEO e CCO da agência.
Uma lente que amplia o que importa
Lentes da Alma não é sobre deficiência. É sobre potência. É sobre o que acontece quando enxergamos além do óbvio e damos espaço para olhares que costumam ser silenciados. João Maia fotografa o mundo com o que sente, não com o que vê. E talvez por isso suas imagens toquem tão fundo.
Num tempo em que a tecnologia muitas vezes distancia, iniciativas como essa mostram seu verdadeiro poder: aproximar, incluir, amplificar histórias que precisam ser contadas.
A próxima fase da fotografia já começou. E ela é visual, inovadora, inteligente e surpreendentemente acessível.
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