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Projeto desenvolvido em universidade internacional explora memória e identidade com apoio de inteligência artificial

  • 2 de abr.
  • 1 min de leitura

IA e fotografia: quando a imagem tenta mostrar o invisível


Um projeto recente desenvolvido em uma universidade internacional chama atenção por um caminho menos explorado no uso da inteligência artificial na fotografia.


Em vez de focar em estética ou eficiência, a proposta parte de experiências ligadas à memória e à identidade para gerar imagens que não poderiam ser registradas de forma direta.


O processo combina relato pessoal, interpretação e geração de imagens por IA. A partir de descrições, são criadas sequências visuais que tentam traduzir estados difíceis de fotografar, como confusão, perda de referência e distorção de percepção.


Não se trata de reconstruir cenas.

Nem de melhorar imagens existentes.


A lógica é outra.


A imagem passa a funcionar como tentativa de dar forma a algo que não tem forma visível.


Esse tipo de abordagem ainda aparece de forma pontual, mas aponta para um deslocamento importante no papel da fotografia.


Se antes o limite era o que podia ser visto, agora a discussão começa a incluir o que pode ser interpretado e construído.


Esse movimento ainda está no começo, mas levanta uma pergunta direta para quem vive da imagem.


Até onde a fotografia precisa do real para existir?


Na comunidade Fotograf.IA + C.E.Foto, aprofundo esse caso e, principalmente, como esse tipo de abordagem pode ser aplicado na prática.

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