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Google testa IA com fotografias vintages em curta experimental

Em "The Great Voyage", DeepMind mistura imagens do século XIX com ficção científica e silêncios cinematográficos. O resultado? Uma viagem visual entre a nostalgia e o incômodo.

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Imagine encontrar uma caixa com fotografias antigas em um brechó e usá-las como base para criar um curta-metragem de ficção científica com inteligência artificial. Foi exatamente isso que o time da DeepMind, braço de pesquisa experimental do Google, fez e o resultado, lançado recentemente no YouTube, já provoca reações intensas.


Intitulado The Great Voyage, o filme de três minutos segue o estilo dos filmes mudos da década de 1930. É quase um tributo visual a obras como Metrópolis, de Fritz Lang, mas com um toque de colagem surreal: astronautas em tons sépia, dirigíveis, engrenagens steampunk e criaturas fantásticas habitam o mesmo universo imaginado.



A trilha sonora também foi gerada por IA, utilizando o sistema Lyria 2. Todo o processo envolveu ferramentas como Imagen (para imagens estáticas), Veo 2 Image-to-Video (para movimentação), Gemini (para prompts e ideias narrativas) e edição final no Final Cut Pro e Logic Pro.


É visualmente instigante. É conceitualmente ousado. Mas também é desconcertante.

Nos comentários, o público se divide entre fascínio e frustração. Um deles, com certo sarcasmo, resume bem a sensação de quem esperava algo mais coeso: “Filmes de 1925 ainda são três ordens de grandeza melhores que isso aqui.”Talvez seja mesmo uma obra que provoca mais do que encanta e talvez essa seja a sua função.


A experiência do Google expõe um dilema contemporâneo: ao revisitar o passado com ferramentas do futuro, o que exatamente estamos tentando dizer? O vídeo pode não ser perfeito, mas levanta uma discussão relevante sobre autoria, memória, estética e o papel da IA na criação audiovisual.


Para fotógrafos e criadores, fica a pergunta: como dialogar com esse novo imaginário? Como incorporar a tecnologia sem perder o fio da narrativa humana?


O cinema mudo, mesmo sem palavras, dizia muito. Já a IA, por enquanto, parece estar aprendendo a falar com imagens e ainda tropeça no que dizer.


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Por: Leo Saldanha - Criador da comunidade Fotograf.IA + C.E.Foto! O futuro da fotografia não vai esperar você!


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