top of page

A nova pergunta para quem usa IA na fotografia: onde sua foto é processada?

há 8 horas
1 min de leitura

ACDSee 2027 mantém parte dos recursos de inteligência artificial dentro do computador e leva as funções generativas para a nuvem. A diferença começa a importar para fotógrafos profissionais.



Usar IA para reduzir ruído, encontrar rostos, selecionar uma máscara ou remover alguma coisa da fotografia pode parecer parte do mesmo processo.

Tecnicamente, não é.


O novo ACDSee Photo Studio Ultimate 2027 deixa essa diferença bastante visível. Reconhecimento facial, palavras-chave, busca por imagens semelhantes, super-resolução, máscaras e outros recursos são processados localmente no computador.


Já AI Image Generation, Generative Fill, Generative Edit e AI Remove usam processamento em nuvem. Segundo a ACD Systems, imagens e prompts são criptografados e os dados enviados para essas funções são apagados após sete dias.


Para quem trabalha com fotografias de clientes, aparece uma questão que tende a ficar maior conforme a IA entra no fluxo profissional:


você sabe quando uma imagem permanece no seu computador e quando ela é enviada para outro lugar?


Não significa que processamento em nuvem seja necessariamente um problema. A questão é saber o que acontece com o arquivo — principalmente em trabalhos com clientes, crianças, campanhas ainda não publicadas ou materiais sujeitos a confidencialidade.


No Essencial, publiquei a leitura completa do caso ACDSee 2027: quais recursos trabalham localmente, quais dependem da nuvem e cinco perguntas que vale fazer antes de incorporar qualquer ferramenta de IA ao fluxo fotográfico.


Esse tipo de detalhe começa a separar simplesmente usar IA de saber onde ela está entrando no seu trabalho.

Comentários


CONTATO

São Paulo, SP

  • Canal de Notícias no Insta
  • Telegram
  • logo-whatsapp-fundo-transparente-icon
  • Youtube
  • Preto Ícone Instagram
  • Preto Ícone Spotify
  • Preto Ícone Facebook

© 2026 - Leo Saldanha. 

bottom of page