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Momento Rumo: Os 5 P's são pouco para o marketing da fotografia

  • 8 de abr.
  • 3 min de leitura

Por que os 5 P's do marketing já não dão conta do recado na fotografia



Kotler, o papa do marketing, acaba de lançar um novo livro sobre o assunto. Desta vez, ele colocou a IA no centro da revolução na forma de atrair e manter clientes. O fato é que a tecnologia está mudando tudo e no marketing não seria diferente. Precificação? Você faz com a IA. Produto ou novo serviço? Você pede ajuda a ela. Divulgação e marketing de conteúdo? A mesma coisa. O que não quer dizer que vai ficar bom. E também não há garantia de que todo mundo vai operar muito bem o marketing por conta da IA.


Contudo, tem gente que já está avançando com isso... conseguem evoluir no uso da tecnologia em processo de melhoria contínua. Mas é coisa para poucos.

Nas próximas semanas, a série Momento Rumo vai abordar os pilares do marketing na fotografia. Porque não adianta ir para a IA sem base, sem bagagem. Aliás, quem vai melhor com a inteligência artificial, com a câmera e com todo o resto tem repertório. Isso muda o jogo, como diria o ChatGPT.


O desafio hoje vai além das ferramentas. O marketing se transformou. Pouco tempo atrás, a gente usava os P's do marketing para orientar os esforços: produto, preço, promoção e ponto. Antes disso vem a posição de mercado, que é ponto central... já que envolve estratégia e coloca você e seu cliente no centro. Os 5 P's não conseguem mais servir de norte, porque existem outros elementos dentro da dinâmica do mercado da fotografia.



O P de posicionamento pede um olhar para dentro (a visão do fotógrafo e o que ela representa) e para o P de pessoa, alguém que quer algo cada vez mais personalizado e que não está, necessariamente, disposto a pagar mais por fotografia. O P de produto, num negócio que é mais serviço digital do que físico, em que a foto tem caminhado conectada ao vídeo e às redes sociais e em que o online quase sempre desgasta o valor da oferta.


O P de preço é sempre o culpado, mas quase sempre são os outros itens do composto de marketing os responsáveis pelo impacto. Preço virou recorrência, virou referência e história e perdeu ainda mais sentido quando é tratado só de forma racional na fotografia. Quem está no meio (valor mediano) tem se sentido espremido.


O P de promoção é confuso: tem gente que associa apenas a desconto e promocional, mas promover é contar a história, divulgar e usar o poder da emoção. Ainda assim, esse P virou queima de estoque na fotografia.


E tem o P de ponto, que é presença... seu estúdio, seu site, seu Instagram e por aí vai. Quem aparece mais no lugar certo aumenta as chances. Mas onde aparecer? E onde está o seu cliente? Presença e ponto são coisas distintas. Preço e valor também. Produto e serviço muitas vezes se opõem. Posicionamento virou jargão para dizer que você é luxo, mas pode ser popular e, sobretudo, é mais sobre como os clientes te enxergam do que sobre como você quer ser visto. E o que você vai fazer a respeito disso.


Na semana que vem, começamos por ele: sua posição de mercado, em 5 conteúdos especiais. Até lá.


Esse é episódio da série especial. Confira aqui: Momento Rumo: o que sustenta um negócio de fotografia antes de crescer


O Mapa R.U.M.O.  organiza seu marketing. Mais do que os P's, é sobre como aplicar os ajustes de rota certos para o seu negócio de fotografia.


Em abril estou abrindo uma agenda restrita de Leitura R.U.M.O. com conversa individual. Se estiver num momento de ajuste ou dúvida, vale olhar com mais calma: Leitura estratégica para fotógrafos: como tomar decisões com precisão no negócio



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