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Reels perdendo força no Instagram e a eterna mudança no algoritmo

Atualizado: 27 de fev. de 2023

Notícia publicada pelo site Ad Age indica queda de 20% no alcance dos vídeos rápidos. Entenda como isso pode ser uma boa notícia para quem atua na fotografia







A história é conhecida, primeiro o Instagram disse que não era mais uma rede social de fotografia. E que por conta disso iria focar nos vídeos. Depois recuou e agora as fotos parecem ter voltado a ter relevância na plataforma.


Em janeiro passado, Adam Mosseri (CEO do Instagram) disse que a empresa exagerou nos vídeos e em olhar só para isso. Foram ao menos dois anos com tudo da rede social voltado para vídeos. Uma forma de confrontar o TikTok. E agora, a empresa estaria mais preocupada no aspecto social da plataforma.





Para a fotografia é uma ótima notícia. Já que fontes internas da Meta disseram para Ad Age que fotos estariam performando melhor de novo. Muita gente não está tão feliz assim com essa novidade. Tratam-se de empresas de marketing e consultores que voltaram suas verbas e estratégias 100% para Reels e vídeo. Ou seja, mais ou menos o que quem vivia só de postar fotos já sente tem um bom tempo.




Seja foto ou vídeo, tais mudanças frequentes só comprovam que a dança do algoritmo é cansativa. O fotógrafo ou empresa do ramo fotográfico terá que se adaptar sempre. No momento, pode ser retornar para fotos, carrossel e afins. No caso do vídeo, o investimento para muitos foi considerável. Mais verbas para equipamentos, equipes de produção. Para fotógrafos que se voltaram para isso, investimentos em cursos e também novos equipamentos para atender o formato dos vídeos rápidos. Importante dizer: embora o Reels tenha caído...segue uma das formas mais efetivas de mostrar para mais pessoas fora da sua bolha. O próprio Instagram confirmou que o Reels não perdeu relevância, mas que veremos um equilíbrio entre posts de fotos e vídeos.





A matéria da Ad Age mostra ainda que as verbas de produção de vídeo para marcas que estavam apostando nisso eram mais altas. Já que o custo de produção chega a ser 5 a 8 mil dólares mais cara do que se fosse uma produção fotográfica. De novo, pode ser uma boa notícia para profissionais.

Um profissional da indústria de esportes citado na matéria disse que viu marcas perdendo 20% em visualizações, curtidas, comentários e compartilhamentos entre janeiro e fevereiro de 2023. E no mesmo período, um crescimento de 66% nas mesmas métricas para posts com fotos no Insta.




O que não quer dizer que os vídeos rápidos não possam funcionar e fazer parte da estratégia de marketing. Lembrando que o TikTok segue bombando e é quase 100% vídeo (modo foto existe lá) basicamente tornando o app chinês um repositório de slideshows para quem não quer postar vídeos.


Mais do que pensar em qual formato você vai divulgar...acredito que o conta mesmo é a estratégia. Mesmo depois de todas as mudanças no Instagram...muitos influenciadores de sucesso mantiveram as postagens só com fotos e com bons resultados. De novo, pensar na estratégia, e em como sua marca quer ser percebida, essas deveriam ser questões frequentes no marketing da fotografia.


O que quero dizer: não adianta nada fazer uma postagem no formato que está bombando sem saber o que vai comunicar, para quem é e o que você quer obter com aquela divulgação.


Falando nisso, se você quiser se preparar para 2023 com uma estratégia que olhe para você...então sugiro clicar aqui >>> Prepare seu negócio de fotografia para 2023









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