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A lição de reposicionamento com o "novo Twitter"

Uma verdadeira aula de anti-marketing ou um novo manual de como reposicionar uma marca?



Twitter é uma rede social meio alternativa. Os dados dizem que teria uns 500 milhões de usuários, embora o número de usuários ativos diários seja na casa dos quase 300 milhões. É muita coisa, mas bem menos do os bilhões de TikTok e Insta, por exemplo. Depois da compra de Elon Musk, o Twitter que já não estava tão bem parece ter ficado em uma situação mais complicada. Musk diz que o uso cresceu e o número de usuários também. Na prática, a rede social perdeu anunciantes e teve uma nova debandada de pessoas.





Na fotografia são dois grupos fortes...a comunidade web3 com artistas NFT e IA e também fotógrafos renomados e referências. Tem uma galera boa lá e também tem muita coisa bizarra. De qualquer forma, o Twitter nunca pareceu bom para divulgar, vender, mas sim para pesquisar. Por outro lado, sempre pareceu ótimo para construir relacionamentos e comunidades. Eis que o Insta lançou o Trédis e parece que o TikTok já está chegando com algo parecido. O Threads veio com força, mas também não está com essa bola toda agora. Talvez por ter passado o alvoroço inicial, embora a Meta já tenha dito que virá com novidades.




Talvez o problema com o Twitter, Trédis e afins seja o foco em texto. As pessoas (a maioria) não querem escrever e sim postar e assistir vídeos. Daí a razão do sucesso do TikTok e do próprio Insta (que também foca em imagens).





Mas o assunto aqui é outro. O Twitter agora é X e a nova marca me parece um erro gigantesco de reposicionamento. Talvez se torne um case de como matar uma marca...só para você entender. Quem postar no Twitter tuita...e que posta no X faz o quê? O desafio é grande. Marcas com muitos anos e reconhecidas pelo seu legado ficam presas ao posicionamento e história de anos. Será que o X vai conseguir superar isso? Acho difícil. Fotógrafos e negócios de fotografia podem e devem se reposiconar, só não dá para reinventar a roda. A Polaroid faliu quando perdeu a essência, Kodak virou case de ruína em matérias quase semanais de tudo o que é tipo...contudo, as duas mantiveram de um jeito ou de outro suas marcas. A Fujifilm é uma hoje uma empresa de inovação e tecnologia. E mesmo assim manteve o "Film" na marca. O X do Twitter parece uma indicação de um ponto no mapa da sua própria história de um fim. O X que marca o ponto final de uma marca que passou por tantas tormentas. Em tempo: várias gigantes de tecnologia tem registradas a marca X e isso pode gerar um caos jurídico para o Twitter/X. A ver.


Reposicionamento de mercado é parte do trabalho que faço no marketing da fotografia. Se precisar de ajuda com isso conte com meus produtos abaixo:


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