O que estou lendo: Daido Moriyama e a fotografia como memória em movimento
- Leo Saldanha

- 4 de ago. de 2025
- 2 min de leitura
Quartet, a nova obra de Daido Moriyama, revela como o olhar imperfeito e visceral pode transformar fotografia em uma viagem pela memória e pelo caos das ruas

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Alguns livros não são apenas livros. São experiências. E Quartet, a nova publicação que reúne quatro das obras fundamentais de Daido Moriyama, é exatamente isso: um mergulho sensorial na mente de um fotógrafo que transformou o caos das ruas em poesia visual.
Moriyama sempre foi o anti-herói da fotografia.

Flagrado em ângulos imperfeitos, com imagens borradas e enquadramentos que parecem acidentais, ele nos mostra que a fotografia não precisa ser polida para ser profunda. É um olhar de dentro para fora... uma tradução visual das tensões de um Japão em transformação.

Ao folhear Quartet, não é só o passado de Moriyama que se revela, mas também as nossas próprias memórias visuais. Como diz o editor Mark Holborn, “virar uma página é como dobrar uma esquina em Tóquio, sem saber o que está por vir”. É uma fotografia que não guia. Ela provoca.
Se você quer entender como um fotógrafo pode transformar ruído em linguagem, caos em narrativa, recomendo essa leitura.
📖 Leia a matéria completa sobre Daido Moriyama: Quartet: Inside Daido Moriyama’s mind-blowing early photo books | Dazed
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